domingo, 8 de janeiro de 2012

"Não era qualquer coisa que iria endireitar meu espírito. Nem qualquer sacanagem que me encantaria. Ou qualquer meio beijo que me faria ficar. Eu precisava de outras coisas pra topar fechar os olhos e pular no abismo de alguém. Precisava de céu que significasse mais do que um azul infinito, precisava entender porque eu queria tanto ver o mar. E precisava de alguém que não quisesse fazer meu coração em picadinhos pra caber no próprio peito, e aceitasse ele inteiro, gigante."





 

Acho que a única razão de sermos tão apegados em memórias,é que elas não mudam,
mesmo que as
pessoas tenham mudado
.



"(...) Por que você me quer tanto de volta?
(...) Eu não sei. Quer dizer, eu sei. Eu acho que sei. Bem, parece, tudo indica, acho que decidi que, puta merda, eu amo você."






"Que a gente siga assustando as pessoas que não merecem se encantar. Que a gente siga afugentando quem não merece ficar. Que a gente siga!"

 

(...) O tato é, talvez, o sentido sobre o qual menos se tenha falado. Há uma filosofia dos olhos, uma filosofia do ouvido, uma filosofia da boca. Mas desconheço uma meditação filosófica sobre o tocar. E, no entanto, a pele é lugar de tantas alegrias.(...)




"Eu me aproximo pelos olhos, mas o que me convence a permanecer é o som da voz.
Quero um amor capaz de conduzir o escuro."